Parceiro de Dinho Ouro Preto e Marina Lima, Alvin L morre no Rio aos 67 anos

  • 05/04/2026
(Foto: Reprodução)
Alvin L (1959 – 2026) morre aos 67 anos, vítima de ataque cardíaco Leo Aversa / Reprodução Instagram ♫ OBITUÁRIO ♬ Em 1991, Marina Lima lançou o álbum mais coeso da discografia da artista em termos de repertório. Neste disco, intitulado “Marina Lima”, a cantora gravou bela balada cool de autoria de Alvin L, “Não sei dançar”. A gravação foi um dos pontos altos da trajetória musical de Arnaldo José Lima Santos (1º de abril de 1959 – 5 de abril de 2026), o cantor, compositor e guitarrista de origem baiana e vivência carioca conhecido artisticamente como Alvin L no universo pop nacional. Alvin morreu hoje, domingo de Páscoa, aos 67 anos, completados na quarta-feira passada, no Rio de Janeiro (RJ). Morreu dormindo, vítima de ataque cardíaco. O velório e a cremação do corpo estão marcados para amanhã, segunda-feira, 6 de abril, no cemitério Memorial do Carmo, a partir das 12h. Nascido em Salvador (BA), mas registrado no Rio de Janeiro (RJ), onde se tornou nome relevante na cena alternativa roqueira dos anos 1970, 1980 e 1990, Alvin L nunca teve vocação para o estrelato. Lançou somente um álbum solo, “Alvin”, produzido por Liminha e lançado em 1997 no rastro da bem-sucedida conexão do artista com Marina Lima, de quem Alvin se tornou parceiro a partir da canção “Deve ser assim” (1993), lançada no álbum “O chamado” (1993), no qual Marina gravou outra música de Alvin, “Stromboli”, no embalo do sucesso de “Não sei dançar”. Com Marina, Alvin também assinou músicas como “Na minha mão” (1998), “A não ser você” (2003), “Motim” (2021) e “Kilimanjaro” (2021). Contudo, além de ter se firmado como compositor, o artista deu contribuição relevante para o pop brasileiro indie como integrante das bandas Vândalos (efêmero grupo de alma punk), Rapazes da Vida Fácil, Brasil Palace e Sex Beatles, com a qual gravou dois álbuns, “Automobilia” (1994) e “Mondo passionale” (1995), este com músicas como “Eu nunca te amei idiota”. No mainstream do pop brasileiro, Alvin L se tornou parceiro fundamental de Dinho Ouro Preto, contribuindo decisivamente a partir dos anos 2000 para a revitalização da carreira do Capital Inicial, grupo com o qual Alvin colaborava desde os anos 1990. O sucesso de músicas como “Natasha” e “Eu vou estar” – gravadas pelo Capital no álbum ao vivo “Acústico MTV” (2000), disco no qual o grupo também registrou a canção-hit “Tudo que vai” (de Alvin com Dado Villa-Lobos e Toni Platão) – alavancou parceria que perdurou até o disco mais recente do Capital, o EP “Movimento” (2025), cujo repertório foi pontuado pelas parcerias de Dinho Ouro Preto com aquele Arnaldo que fez nome no pop nacional como Alvin L.

FONTE: https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2026/04/05/parceiro-de-dinho-ouro-preto-e-marina-lima-alvin-l-morre-no-rio-aos-67-anos.ghtml


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